sexta-feira, 7 de julho de 2017

1° O Prologo da tempestade

















O prólogo da tempestade assusta,
o som do vento anuncia a vinda do pior
a sensação de fim abala meu ser
e me toma, o medo da morte;

Sei que isso não acaba aqui
sei que não acaba assim
só eu sei que o Agora não é real;

As dores me lembram que ainda estou preso
e fadado a um mundo ao qual nunca fiz parte
e aqui navego a esmo
nas lembranças de uma vida de ilusão e máscaras;

Um rio extenso e vasto que naveguei e vaguei
a procura da tão esperada Felicidade
que por nome somente a conheço
e que por face, não a vi 

Esperando o pior chegar, assento me
olho para as nuvens cinzas
e a encaro de frente
eis Aqui o teu rival !
eis me aqui a te enfrentar;

Pois em mim o medo de perder ja se foi
tomou um trem pra bem longe 
levando de mim tudo oque um dia amei
e que agora são cinzas


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